"Je veux une vie en forme d'arête" . vida e humor em Boris Vian
leitura encenada
20 de Março
Pó dos Livros
18h30
Nasci, por acaso, no dia 10 de Março de 1920, à porta de uma maternidade, fechada por causa de uma greve de zelo. A minha mãe, grávida das obras de Paul Claudel (não posso com ele desde essa altura), estava no 13º mês e não podia esperar pela Concordata. Um santo padre que passava por ali apanhou-me e voltou a pousar-me; eu era efectivamente muito feio (a minha sobejamente conhecida aspersoriofobia data no entanto dessa altura). Por felicidade, uma loba esfomeada, e que acabara de dar à luz Pierre Hervé (tenho por isso exactamente a mesma idade dele, o que está perfeitamente de acordo com as teorias de einstein relativas à simultaneidade) pegou em mim debaixo da asa e deu-me de beber. Cresci em força e sabedoria, mas continuava tão feio como sempre, embora ornado por um sistema piloso descontínuo mas sempre muito desenvolvido. Na verdade era igual à Vitória de Samotrácia.
Tenho um metro e 86 pés descalços, peso bastante e escolho antes de qualquer outra coisa as obras de Alfred Jarry, a fornicação, Un Rude Hiver e a minha bem amada esposa. Não esqueço, embora só venham depois, a música da Nova Orleães, Duke Ellington, Lana Turner, Ann Sheridan, as sinfonias do Commodore W. Spotlight para sino duplo e bicicleta a petróleo, a pintura a óleo que pratico com raro prazer, o bigode do meu venerado Jean Rostand, as raparigas do Jazz-Club-Universitário (sobretudo uma loura de vestido verde... mas não insistamos), o two-beat (isto não é uma alusão sexual), e a mére Chaput. Detesto o Paul Claudel (já o disse, mas é agradável dizê-lo, e é por isso que nunca li nada dele), Le Grand Meaulnes, Alain (não o meu irmão, que é um tipo completamente maluco), Péguy, o violino de jazz tal como o praticam os franceses, as obras da imaginação, as mentiras e os aparelhos de pequeno formato, Ivan o Terrível, Leonard Father, Edgar Jackson, Le Dictateur, Dumont d'Urville, Monseigneur Suhard, o papa; do Barbotin até gosto. Também não gosto de peitos rasos (para as mulheres), de endívias e de merda, a não ser quando estão bem temperados.
Procuro um apartamento de cinco assoalhadas, com todo o conforto. Tenho uma vida movimentada mas estou pronto a recomeçar.
Boris Vian
Não faças Terrorismo Poético para outros artistas, fá-lo para pessoas que não perceberão que o que acabaste de fazer é arte. Hakim Bey
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
dos prémios literários
Pour parodier le prix de La Pléiade, [Boris Vian] crée ainsi un prix du Tabou. [...]
Interrogé à l'issue de cette cérémonie, Boris déclare, imperturbable, au Canard Enchaîne:
1. Qu'il n'avait pas lu le livre concerné.
2. Que le lauréat avait été tiré au sort.
3. Que le Prix du Tabou n'était qu'une occasion de boire gratuitement l'apéritif.
"Nous le remercions de son honnêteté intellectuelle, comme alors l'hebdomadaire satirique. Ce qu'il a dit est valable pour tous les prix littéraires. Mais Boris Vian est le seul à le dire."*
*Le Canard Enchaîné, 12 janvier 1948, cité par Jacques Duchateau dans Boris Vian ou les Facéties du destin.
Boris Vian
Claire Julliard
Folio biographies
Éditions Gallimard, 2007
Interrogé à l'issue de cette cérémonie, Boris déclare, imperturbable, au Canard Enchaîne:
1. Qu'il n'avait pas lu le livre concerné.
2. Que le lauréat avait été tiré au sort.
3. Que le Prix du Tabou n'était qu'une occasion de boire gratuitement l'apéritif.
"Nous le remercions de son honnêteté intellectuelle, comme alors l'hebdomadaire satirique. Ce qu'il a dit est valable pour tous les prix littéraires. Mais Boris Vian est le seul à le dire."*
*Le Canard Enchaîné, 12 janvier 1948, cité par Jacques Duchateau dans Boris Vian ou les Facéties du destin.
Boris Vian
Claire Julliard
Folio biographies
Éditions Gallimard, 2007
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
dia cortázar
se só tivermos um amor na vida, este é o meu, e hoje é dia de pensar nele e ouvi-lo falar. ele que diga o que quiser, qualquer coisa, até pode estar a ler o manual de instruções da torradeira.
ah! e se descobrir a pessoa que tem em casa o Histórias de Cronópios e de Famas, mato-a. mesmo. sem fofices.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
último dia de inscrições!
Vamos ter Cesariny, Pacheco,
O'Neill, Mário Henrique Leiria, António Maria Lisboa e outros. Vamos ter
surrealismos e dadaísmos e outros ismos inventados por nós. Vamos
conviver surrealisticamente. Vamos pensar surrealisticamente. Vamos
surrealisticar. Podem vir a horas ou chegar atrasados. Podem vir ao
contrário. Podem não vir.
A actividade surrealista não é
uma simples purga seguida de um dia de descanso a caldos de galinha, mas
revolta permanente contra a estabilidade e cristalização das coisas.
António Maria Lisboa
Curso em 4 sessões, 4.ªs feiras de fevereiro de 2014, às 21h, na Livraria Pó dos Livros.
Com Rosa Azevedo: nasceu em 1982 em Lisboa. Terminou em 2004 a licenciatura
em Línguas e Literaturas Modernas, maior em variante de estudos
portugueses, franceses e menor em Literaturas do Mundo, em 2008 o
mestrado em Edição de Texto. Tem realizado desde 2007
diversos cursos de literatura portuguesa e hispano-americana, para além
de outros trabalhos de produção ligados à literatura, nomeadamente na
área do surrealismo e dos novos autores portugueses. Fundou e foi
presidente da Associação Cultural Respigarte. Foi livreira e hoje é
produtora, formadora, revisora e dinamizadora e divulgadora da área dos
livros.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
o género e os livros
as questões de género e a procura de equidade estão muito longe de estar resolvidas. entrámos no séc. XXI muito mais esclarecidos e informados, mas o que realmente se coloca aqui em causa é de que forma passou essa informação e de que forma estamos a lidar com ela.
encontrei por essas redes sociais a referência a um novo "movimento", ou, na verdade, um hashtag, a nova forma de movimento cibernético. falava-se de #readwomen2014. procurei o artigo e encontrei-o aqui, no The Guardian. este artigo referia um estudo, este, levado a cabo pelas Women in Literary Arts, que referia a discrepância ainda existente entre mulheres e homens no mundo da edição.
vamos então, primeiro, aos factos. há mais homens a escrever, desde sempre. isso deve-se, no meu entender, a questões históricas em primeiro lugar, porque até há (demasiado) pouco tempo esse não era, culturalmente e socialmente, o lugar da mulher. depois ainda vivemos num mundo, e desenganemo-nos se pensamos o contrário, em que a mulher chama a si mais funções quotidianas quando vivem em família e em comunidade, ainda se dedicam mais aos filhos e à casa e essa tão desejada divisão de tarefas está a anos luz de ser uma realidade.
por outro lado os livros femininos são ainda estereotipados ao nível editorial se bem que aqui em Portugal, mais talvez do que na Inglaterra e nos EUA, por exemplo, isso já não seja tão marcante, as capas femininas (juntamente com a oferta de cachecóis, sacos brilhantes, entre outros) estão sobretudo ligadas a uma escrita de temas femininos que só por si, é já um apelo à discriminação. são livros que pretendem chegar a mulheres que insistem em manter-se nesse sítio dedicado às mulheres, erro de quem escreve, publica e lê. digo erro porque para mim esse mercado é um mercado a abater.
depois, mais difícil de ler e de atingir, temos então a discriminação ainda real e mais enevoada que afasta as mulheres da publicação e que liga as mulheres a má literatura (culpa desse mercado que disse que era para abater, têm aqui a razão). muitas vezes quando vendi livros tive dificuldade em vender uma rosa montero ou até uma carson mccullers por não acreditarem que poderia ser um bom livro.
portanto podemos concluir que há muito trabalho a ser feito. o que a Joanna Walsh faz neste artigo é lançar uma ideia. lermos livros de mulheres, fazermos o ranking mudar, percebermos como na nossa biblioteca também temos mais homens.
para mim esta ideia é perigosa e um verdadeiro tiro ao lado. o trabalho que tem de ser feito nas questões de género na literatura tem de ser muito mais profundo, a um nível mais trabalhoso. não se consegue atingir a equidade fazendo com que se leiam mulheres, porque são mulheres. eu leio mulheres e homens quando as mulheres e homens escrevem o que me interessa. se há menos mulheres a publicar pelas razões apresentadas a cima a minha biblioteca tem menos mulhers que homens. mas o problema não está aí, o problema está na formação de leitores e o que os leva a comprar ou não comprar um livro escrito por uma mulher. é nesse campo que os estudos de género têm de actuar. porque é tão grave não comprar um livro por ser escrito por uma mulher como comprá-lo por ser escrito por uma mulher. a intenção muda mas na base está o mesmo princípio - a discriminação. o trabalho tem de ser continuado até ao dia em que na cabeça de cada um o género não interessa e sim o livro em si. assim como em tudo, a leitura dos géneros é sempre uma realidade (porque eles existem e têm diferenças e essas diferenças não serão nem deverão ser diluídas) mas não um factor de decisão.
imagino que muitas pessoas que leiam este meu texto e os que apresentei a cima pensem que seja como for estou a ser chata, deixem lá a malta procurar livros de mulheres, mal não faz. o problema é que não gosto de soluções simplistas. é preciso pensar sempre as questões em profundidade para sermos certeiros. pode demorar mais tempo e ser muito mais complicado, mas acredito que poderá ser um caminho muito mais eficaz.
encontrei por essas redes sociais a referência a um novo "movimento", ou, na verdade, um hashtag, a nova forma de movimento cibernético. falava-se de #readwomen2014. procurei o artigo e encontrei-o aqui, no The Guardian. este artigo referia um estudo, este, levado a cabo pelas Women in Literary Arts, que referia a discrepância ainda existente entre mulheres e homens no mundo da edição.
vamos então, primeiro, aos factos. há mais homens a escrever, desde sempre. isso deve-se, no meu entender, a questões históricas em primeiro lugar, porque até há (demasiado) pouco tempo esse não era, culturalmente e socialmente, o lugar da mulher. depois ainda vivemos num mundo, e desenganemo-nos se pensamos o contrário, em que a mulher chama a si mais funções quotidianas quando vivem em família e em comunidade, ainda se dedicam mais aos filhos e à casa e essa tão desejada divisão de tarefas está a anos luz de ser uma realidade.
por outro lado os livros femininos são ainda estereotipados ao nível editorial se bem que aqui em Portugal, mais talvez do que na Inglaterra e nos EUA, por exemplo, isso já não seja tão marcante, as capas femininas (juntamente com a oferta de cachecóis, sacos brilhantes, entre outros) estão sobretudo ligadas a uma escrita de temas femininos que só por si, é já um apelo à discriminação. são livros que pretendem chegar a mulheres que insistem em manter-se nesse sítio dedicado às mulheres, erro de quem escreve, publica e lê. digo erro porque para mim esse mercado é um mercado a abater.
depois, mais difícil de ler e de atingir, temos então a discriminação ainda real e mais enevoada que afasta as mulheres da publicação e que liga as mulheres a má literatura (culpa desse mercado que disse que era para abater, têm aqui a razão). muitas vezes quando vendi livros tive dificuldade em vender uma rosa montero ou até uma carson mccullers por não acreditarem que poderia ser um bom livro.
portanto podemos concluir que há muito trabalho a ser feito. o que a Joanna Walsh faz neste artigo é lançar uma ideia. lermos livros de mulheres, fazermos o ranking mudar, percebermos como na nossa biblioteca também temos mais homens.
para mim esta ideia é perigosa e um verdadeiro tiro ao lado. o trabalho que tem de ser feito nas questões de género na literatura tem de ser muito mais profundo, a um nível mais trabalhoso. não se consegue atingir a equidade fazendo com que se leiam mulheres, porque são mulheres. eu leio mulheres e homens quando as mulheres e homens escrevem o que me interessa. se há menos mulheres a publicar pelas razões apresentadas a cima a minha biblioteca tem menos mulhers que homens. mas o problema não está aí, o problema está na formação de leitores e o que os leva a comprar ou não comprar um livro escrito por uma mulher. é nesse campo que os estudos de género têm de actuar. porque é tão grave não comprar um livro por ser escrito por uma mulher como comprá-lo por ser escrito por uma mulher. a intenção muda mas na base está o mesmo princípio - a discriminação. o trabalho tem de ser continuado até ao dia em que na cabeça de cada um o género não interessa e sim o livro em si. assim como em tudo, a leitura dos géneros é sempre uma realidade (porque eles existem e têm diferenças e essas diferenças não serão nem deverão ser diluídas) mas não um factor de decisão.
imagino que muitas pessoas que leiam este meu texto e os que apresentei a cima pensem que seja como for estou a ser chata, deixem lá a malta procurar livros de mulheres, mal não faz. o problema é que não gosto de soluções simplistas. é preciso pensar sempre as questões em profundidade para sermos certeiros. pode demorar mais tempo e ser muito mais complicado, mas acredito que poderá ser um caminho muito mais eficaz.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
palavra do dia
Só o homem nu, absurdamente nu, capta e transcende nele o absurdo, ao reconhecer, no verdadeiro riso e nas verdadeiras lágrimas, a gigantesca aldrabice que lhe inculcavam como autoridade.
Ernesto Sampaio
Luz Central
é possível colocar o absurdo em dois lados diferentes. não opostos (se é que há disso, lados opostos). por um lado o absurdo como o que não é da razão. por outro o absurdo como o que não é da razão. a palavra do dia podia assim ser a razão, uma vez que o absurdo tem os seus opostos em espelho apenas dependente do conceito de razão.
a razão não fecha em si própria qualquer tipo de valor. não existe sem ser em forma de acção sobre o objecto. nessa acção podemos então perceber o ponto em que a razão passa a ser perniciosa.
está então em aberto a definição de absurdo. o absurdo é a ausência de razão. a razão é o um não lugar ou o lugar onde possivelmente nunca saberemos se queremos habitar.
eu prefiro habitar o absurdo.
o priberam volta assim a ser tendencioso.
absurdo
o contrário de autoridade
o contrário de consciência
o mesmo que o amor
ab·sur·do
adjectivo
1. Contrário ou repugnante à razão.
substantivo masculino
2. O que contrário à razão, à sensatez, ao bom senso.
3. Qualidade do que é absurdo.
4. Despropósito, insensatez, disparate.
"absurdo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/absurdo [consultado em 28-01-2014].
Ernesto Sampaio
Luz Central
é possível colocar o absurdo em dois lados diferentes. não opostos (se é que há disso, lados opostos). por um lado o absurdo como o que não é da razão. por outro o absurdo como o que não é da razão. a palavra do dia podia assim ser a razão, uma vez que o absurdo tem os seus opostos em espelho apenas dependente do conceito de razão.
a razão não fecha em si própria qualquer tipo de valor. não existe sem ser em forma de acção sobre o objecto. nessa acção podemos então perceber o ponto em que a razão passa a ser perniciosa.
está então em aberto a definição de absurdo. o absurdo é a ausência de razão. a razão é o um não lugar ou o lugar onde possivelmente nunca saberemos se queremos habitar.
eu prefiro habitar o absurdo.
o priberam volta assim a ser tendencioso.
absurdo
o contrário de autoridade
o contrário de consciência
o mesmo que o amor
ab·sur·do
adjectivo
1. Contrário ou repugnante à razão.
substantivo masculino
2. O que contrário à razão, à sensatez, ao bom senso.
3. Qualidade do que é absurdo.
4. Despropósito, insensatez, disparate.
"absurdo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/absurdo [consultado em 28-01-2014].
poeminhas
acabei
e receber um mail dos chupistas da Chiado Editora para publicar um
poeminha meu. sim, vou usar diminutivo porque não há outra formulação
possível quando me dizem que o tal poeminha só pode ter trinta versos.
versos. o meu poeminha tem de ter trinta versos.
hesito perante tal e-mail. penso se a minha conta bancária permitirá tal aventura pelo mundo das publicações, uma vez que não estou abonada de dinheiro para andar a pagar tais oportunidades. pois eis se não quando o dito senhor, perdão, editor me diz "aos Autores antologiados não será solicitada nenhuma contrapartida para a participação na obra nem serão ofertados exemplares da mesma."
alvísseras! fui descoberta. lancem a passadeira vermelha. lancem foguetes. que bonito. um poeminha.
hesito perante tal e-mail. penso se a minha conta bancária permitirá tal aventura pelo mundo das publicações, uma vez que não estou abonada de dinheiro para andar a pagar tais oportunidades. pois eis se não quando o dito senhor, perdão, editor me diz "aos Autores antologiados não será solicitada nenhuma contrapartida para a participação na obra nem serão ofertados exemplares da mesma."
alvísseras! fui descoberta. lancem a passadeira vermelha. lancem foguetes. que bonito. um poeminha.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
palavra do dia
no sentido oposto da intenção, da procura, do efémero, do trabalho
antónimo de fim, enquanto fim esvaziador
antónimo de esquecimento
o mesmo que retirar o necessário, o maquinal, o decorado
o mesmo que reconhecimento
o mesmo que distância
o mesmo que silêncio
"serás a minha marca"
marca
acto ou efeito de marcar
1. (sXIV) traço, sinal, impressão deixada por alguém ou algo, acidentalmente, ou como resultado de escarificação intencional na pele.
8. sinal ou qualquer coisa para avivar a lembrança a respeito de algo, ou que serve para reconhecer ou encontrar uma outra coisa
11. fig. traço distintivo por que se reconhece alguém ou algo
13. fig. expressão reveladora de sentimentos, tendência ou estado físico ou mental
14. fig. impressão, efeito de uma causa qualquer sobre o espírito, sobre os sentimentos
17. posto ou linha de partida numa pista de corrida atlética
via dicionário Houaiss
antónimo de fim, enquanto fim esvaziador
antónimo de esquecimento
o mesmo que retirar o necessário, o maquinal, o decorado
o mesmo que reconhecimento
o mesmo que distância
o mesmo que silêncio
"serás a minha marca"
marca
acto ou efeito de marcar
1. (sXIV) traço, sinal, impressão deixada por alguém ou algo, acidentalmente, ou como resultado de escarificação intencional na pele.
8. sinal ou qualquer coisa para avivar a lembrança a respeito de algo, ou que serve para reconhecer ou encontrar uma outra coisa
11. fig. traço distintivo por que se reconhece alguém ou algo
13. fig. expressão reveladora de sentimentos, tendência ou estado físico ou mental
14. fig. impressão, efeito de uma causa qualquer sobre o espírito, sobre os sentimentos
17. posto ou linha de partida numa pista de corrida atlética
via dicionário Houaiss
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Maria Lamas e o papel activista da mulher na sociedade portuguesa do séc. XX
O séc XXI ainda nos pede para falarmos da condição da mulher nas artes. Ainda que seja possível verificar muitos avanços, há algumas ár...




