Não faças Terrorismo Poético para outros artistas, fá-lo para pessoas que não perceberão que o que acabaste de fazer é arte. Hakim Bey
Mostrar mensagens com a etiqueta cursos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cursos. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
os cadáveres esquisitos escritos na Pó dos Livros, num dia surrealista (VI)
o início de um poema é possivelmente o mais desinteressante era aquela conversa de café, as banalidades de outro dia igual, as queixas do costume, os planos nunca concretizados os desejos deverá haver um bom sentimento antes de vos ter era incompleta depois irei a correr até ver o sol nascer momento de libertação olhando o infinito e o universo inteiro e vasto, feito também dessas desilusões e efeitos especiais é o que se espera. Mas não estou para isso porque não quero partir, a mudança assusta e a rotina conforta. mas o arrependimento, esse, impele a agir, a deixar marca magia como milho cozido entre as tuas pernas, pele de pêssego mas também marmelo e avelã. aliás, toda ela era uma orgia de frutas... aquelas que são mais doces e ficam com o sabor no céu da boca a conversar com o palato. mas agora deixa-me degustar este copo de vinho e pastéis de bacalhau com sabor a colher de pau! o marx queria ter um fax que insiste em não chegar. horas e horas à espera de notícias que não chegam. passam os segundos, os minutos, as horas em que leio os pensamentos daqueles que não amam, como se eu fosse um débil mental.
os cadáveres esquisitos escritos na Pó dos Livros, num dia surrealista (V)
ela disse, muito assertivamente, dobras e colas por baixa estatura mas com uma certa pinta. foram passear mas ele, presunçoso e gabarolas, afastou todo o interesse que ela pudesse sentir por ele e foram embora tristes, tropeçamos provavelmente na ternura dos dias quentes e doces dias desejados há muito, mas que ficaram longe de trás para a frente, ou até a fazer o pino! e depois, meu estupor, tu que bates à porta às 3h da manhã, seu poço de vícios, que monopolizas tudo em teu redor e róis maçãs de forma ordinária, ou não, o que me interessa é senti-lo, apalpá-lo, lambe-lo, saboreá-lo, comê-lo, devorá-lo!!! e nós? e apesar de tudo isto, tenho cera nos ouvidos e apetece-me comer penne. rigatti ou argamassa do exército, como lhe chamava o velho hábito de comer tudo até rebentar e sentir a enorme culpa. por minha culpa. por minha tão grande culpa. perdão.
amen.
amen.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
os cadáveres esquisitos escritos na Pó dos Livros, num dia surrealista (IV)
e se fosses dar uma volta?
todas as mãos e o oscar wilde.
voulez-vous coucher avec moi, ce soir?
é uma pastilha elástica.
porquê fazer perguntas?
isso e muito mais.
porque é que é obrigatório olhar as pessoas nos olhos quando estamos a falar com elas?
não sei.
vamos evoluir para quê?
porque gosto de a sentir a percorrer-me o rosto.
o que é isto?
vou quando eu quiser.
a que cheiram os dias cinzentos?
foi a água que correu muito depressa.
quer um sumo de laranja?
ela quer um cigarro.
todas as mãos e o oscar wilde.
voulez-vous coucher avec moi, ce soir?
é uma pastilha elástica.
porquê fazer perguntas?
isso e muito mais.
porque é que é obrigatório olhar as pessoas nos olhos quando estamos a falar com elas?
não sei.
vamos evoluir para quê?
porque gosto de a sentir a percorrer-me o rosto.
o que é isto?
vou quando eu quiser.
a que cheiram os dias cinzentos?
foi a água que correu muito depressa.
quer um sumo de laranja?
ela quer um cigarro.
os cadáveres esquisitos escritos na Pó dos Livros, num dia surrealista (III)
se eu fosse feliz no futuro as frases seriam todas no passado.
se me vires irás fotografar muitas mãos em cola.
quando é que isto começa? completaremos o dia.
se tudo termina sairei correndo pela rua.
quando o vento sopra haverá chuva.
se chover, amo-te. será no dia em que chegaremos à lua.
se o sol conseguir chover para o ano irás a paris.
quando a chuva parar o mundo acabará em mel.
quanto te vieres avisa! iremos a paris. e depois, meu caro, comeremos o mundo inteiro às dentadas.
se o gato esconder o nome escreverás sempre o tempo verbal errado.
se me vires irás fotografar muitas mãos em cola.
quando é que isto começa? completaremos o dia.
se tudo termina sairei correndo pela rua.
quando o vento sopra haverá chuva.
se chover, amo-te. será no dia em que chegaremos à lua.
se o sol conseguir chover para o ano irás a paris.
quando a chuva parar o mundo acabará em mel.
quanto te vieres avisa! iremos a paris. e depois, meu caro, comeremos o mundo inteiro às dentadas.
se o gato esconder o nome escreverás sempre o tempo verbal errado.
os cadáveres esquisitos escritos na Pó dos Livros, num dia surrealista (II)
quando espreito atrás da porta digo-te o segredo.
e se afinal? vamos continuar a existir.
quando ela põe o vestido azul conta uma história com um tom de amarelo.
quando o mar estiver vermelho o futuro não existirá. mas um dia hei-de lá chegar.
se estiver alguém à minha espera a vida será amada.
quando eu crescer, um dia gostaria de voar.
quando me sento no sofá se calhar vou ficar confortável. e quando o lobo mau chegar diz-lhe que fui dar uma volta... mas não demoro ok?
e se afinal? vamos continuar a existir.
quando ela põe o vestido azul conta uma história com um tom de amarelo.
quando o mar estiver vermelho o futuro não existirá. mas um dia hei-de lá chegar.
se estiver alguém à minha espera a vida será amada.
quando eu crescer, um dia gostaria de voar.
quando me sento no sofá se calhar vou ficar confortável. e quando o lobo mau chegar diz-lhe que fui dar uma volta... mas não demoro ok?
os cadáveres esquisitos escritos na Pó dos Livros, num dia surrealista (I)
o que é o saber?
deus esqueceu-se de programar o despertador.
como ficas depois de dormir?
vai pró caralho.
quem somos?
é um túnel sem fim.
o amor perfeito?
talvez.
conseguirá o mundo livrar-se de mim?
muitas vezes ele chora.
e depois! quem és tu?
nem por isso...
porque me sinto tão mal?
bom gosto.
porquê agora?
porque sou mesmo assim.
oh rosa! vamos sair hoje? como se não houvesse amanhã?
está debaixo do teu pé.
a que horas ficas cansado?
claro que sim meu amor, a partir de hoje todos os pasteis de nata serão azuis.
como é que vais lá ter?
porque não aceito.
deus esqueceu-se de programar o despertador.
como ficas depois de dormir?
vai pró caralho.
quem somos?
é um túnel sem fim.
o amor perfeito?
talvez.
conseguirá o mundo livrar-se de mim?
muitas vezes ele chora.
e depois! quem és tu?
nem por isso...
porque me sinto tão mal?
bom gosto.
porquê agora?
porque sou mesmo assim.
oh rosa! vamos sair hoje? como se não houvesse amanhã?
está debaixo do teu pé.
a que horas ficas cansado?
claro que sim meu amor, a partir de hoje todos os pasteis de nata serão azuis.
como é que vais lá ter?
porque não aceito.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
cá está o meu mais novo
A actividade surrealista não é uma simples purga seguida de um dia de descanso a caldos de galinha, mas revolta permanente contra a estabilidade e cristalização das coisas (António Maria Lisboa)
Vamos ter Cesariny, Pacheco, O'Neill, Mário Henrique Leiria, António Maria Lisboa e outros. Vamos ter surrealismos e dadaísmos e outros ismos inventados por nós. Vamos conviver surrealisticamente. Vamos pensar surrealisticamente. Vamos surrealisticar. Podem vir a horas ou chegar atrasados. Podem vir ao contrário. Podem não vir.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
help
estou de volta de férias absolutas e claro que, como tantas outras vezes, preciso de vir aqui pensar um bocado o trabalho. não vou voltar a entrar nas antigas ansiedades por isso vou espalhar tudo aqui e esperar as vossas reacções e comentários. fico-vos mui agradecida, já sabem que "finjo" gostar de trabalhar sozinha mas é uma grande treta.
- o boris vian está parado não por falta de vontade mas por medo. medo é a palavra certa. não sei por onde atacar nem o que fazer. sei que vou fazer mas não consigo avançar. estou paralisada. preciso começar a montar o espectáculo e nem sei por onde começar.
- ando a criar o curso surrealista. é o que está a andar mais depressa, mas continuo a aceitar todas as ajudas - inputs, autores, poemas, influências, autores paralelos. está a ficar giro, giro!
- estou a planear uma cena-super-secreta da qual saberão mais tarde do que se trata - preciso para já que me falem de documentários sobre escritores. assim, só. vago, vago.
- o LEVA continua à espera de encomendas mas está já à espera das primeiras reuniões. decidi conhecer pessoalmente algumas instituições e descobrir lá, com as pessoas, que livros poderiam ter interesse - isto não muda o propósito inicial, claro, mas aumenta a área de ataque. estou muito feliz por ter a possibilidade de conhecer de perto pessoas que por várias razões (e as razões são mais do que eu própria imaginei) não podem ler e poder com elas e com as pessoas que as acompanham descobrir a melhor forma de introduzir o LEVA nas vidas e quotidianos de todos eles. ando a preparar as apresentações e a marcar reuniões. vou brevemente precisar de voluntários para gravar, se bem que recebo sempre voluntários para ler. as gravações que aí vêm serão curtas por isso os voluntários podem gravar mesmo que com pouco material ou experiência. continua a achar importante (por questões práticas) que os técnicos se juntem com leitores amigos, para agilizar a gravação dos pequenos textos.
sou uma menina eu sei mas ando sempre à procura de ajuda. amo cada um destes projectos e prometo que os levo avante para não pensarem que sou uma dilentante!
isto divide-se em mil listas já todas escritas. agora é atacar isto à séria. começo sábado. amanhã não dá que vou comer caracóis e gravar livrinhos. e hoje tenho de estender roupa e lavar a loiça. é verdade. mas de sábado não passa. até têm tempo de dar sugestões, vejam lá, só vantagens!
- o boris vian está parado não por falta de vontade mas por medo. medo é a palavra certa. não sei por onde atacar nem o que fazer. sei que vou fazer mas não consigo avançar. estou paralisada. preciso começar a montar o espectáculo e nem sei por onde começar.
- ando a criar o curso surrealista. é o que está a andar mais depressa, mas continuo a aceitar todas as ajudas - inputs, autores, poemas, influências, autores paralelos. está a ficar giro, giro!
- estou a planear uma cena-super-secreta da qual saberão mais tarde do que se trata - preciso para já que me falem de documentários sobre escritores. assim, só. vago, vago.
- o LEVA continua à espera de encomendas mas está já à espera das primeiras reuniões. decidi conhecer pessoalmente algumas instituições e descobrir lá, com as pessoas, que livros poderiam ter interesse - isto não muda o propósito inicial, claro, mas aumenta a área de ataque. estou muito feliz por ter a possibilidade de conhecer de perto pessoas que por várias razões (e as razões são mais do que eu própria imaginei) não podem ler e poder com elas e com as pessoas que as acompanham descobrir a melhor forma de introduzir o LEVA nas vidas e quotidianos de todos eles. ando a preparar as apresentações e a marcar reuniões. vou brevemente precisar de voluntários para gravar, se bem que recebo sempre voluntários para ler. as gravações que aí vêm serão curtas por isso os voluntários podem gravar mesmo que com pouco material ou experiência. continua a achar importante (por questões práticas) que os técnicos se juntem com leitores amigos, para agilizar a gravação dos pequenos textos.
sou uma menina eu sei mas ando sempre à procura de ajuda. amo cada um destes projectos e prometo que os levo avante para não pensarem que sou uma dilentante!
isto divide-se em mil listas já todas escritas. agora é atacar isto à séria. começo sábado. amanhã não dá que vou comer caracóis e gravar livrinhos. e hoje tenho de estender roupa e lavar a loiça. é verdade. mas de sábado não passa. até têm tempo de dar sugestões, vejam lá, só vantagens!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
surrealisticar
andei desfocada mas agora é mesmo a sério, já chega de andar aí aos trambolhões.
vou dedicar-me ao surrealismo. tenho de desenhar o curso e não tenho muuuuuito tempo entre estrutura e leituras. por isso aceitam-se sugestões e ajudas, sobretudo para leituras (que na estrutura não sou muito democrática, só qb. já ler, leio tudo). o curso é de surrealismo português mas terá uma primeira parte sobre influências e origem. surrealistiquemos em conjunto, mandem-me os vossos autores e livros. e preparem-se que já conheço este funcionamento pré-curso - tudo vai ser surrealista nestes meus dias.
vou dedicar-me ao surrealismo. tenho de desenhar o curso e não tenho muuuuuito tempo entre estrutura e leituras. por isso aceitam-se sugestões e ajudas, sobretudo para leituras (que na estrutura não sou muito democrática, só qb. já ler, leio tudo). o curso é de surrealismo português mas terá uma primeira parte sobre influências e origem. surrealistiquemos em conjunto, mandem-me os vossos autores e livros. e preparem-se que já conheço este funcionamento pré-curso - tudo vai ser surrealista nestes meus dias.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
surrealistiquemos
o meu curso de literatura portuguesa contemporânea não deve abrir. sempre me foi angustiante depender de pessoas para levar os meus projectos avante, sejam colegas de trabalho ou público ou inscrições, neste caso. tenho dificuldade em separar o que será a falta de interesse de fora de alguma falha minha. para além disso o meu compromisso emocional com esta literatura tem sofridos golpes duros o que me fez então pensar que se calhar estava só no caminho errado, o que quer que isso queira dizer. como todo o trabalho que faço depende em absoluto da minha vontade deixei-me a pensar umas semanas sobre este novo caminho. e tudo fez muito sentido. o surrealismo sempre foi a aula mais divertida e dinâmica e curiosa do meu anterior curso. o dia surrealista feito há dois anos na RDA encheu-nos a todos as medidas. e nos autores surrealistas temos os mais bonitos, fortes, pulsantes e significantes textos do século que passou. são textos com unhas afiadas e sangue.
por isso hoje sentei-me aqui e recolhi todas as entrevistas, textos, livros e notas que tinha sobre o surrealismo e são centenas de páginas. e pensei: está feito. e sei que sobre este "está feito" terão de passar tardes e tardes de leituras e trabalho. e passarão. mas o novo curso está já todo desenhado em frente dos meus olhos. e num caderno aqui à minha frente.
(!!!) agora é só desenhar um prazo (!!!)
por isso hoje sentei-me aqui e recolhi todas as entrevistas, textos, livros e notas que tinha sobre o surrealismo e são centenas de páginas. e pensei: está feito. e sei que sobre este "está feito" terão de passar tardes e tardes de leituras e trabalho. e passarão. mas o novo curso está já todo desenhado em frente dos meus olhos. e num caderno aqui à minha frente.
(!!!) agora é só desenhar um prazo (!!!)
terça-feira, 23 de abril de 2013
curso de literatura contemporânea
em todos os cursos acrescento um ou dois autores. desta vez vou acrescentar dois, muito diferentes, em planos muito distintos.
lancem as vossas opiniões!
miguel esteves cardoso & rui nunes
lancem as vossas opiniões!
sábado, 20 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
CURSO DE LITERATURAS AMERICANAS
3as feiras de Maio 2013 (4 sessões), 21h
Livraria Pó dos Livros, Lisboa
Literatura Sul Americana
Literatura Norte
Americana
45€
descontos para estudantes, desempregados e participantes na conferência de dia 16 de Abril (informação em breve): 35€
inscrições: podoslivros@gmail.com
Este curso apresenta uma visão transversal da literatura
norte-americana e sul-americana em dois momentos distintos. Apesar de se
localizarem no mesmo continente estas duas literaturas mostram realidades
completamente distintas e têm em comum o facto de retratarem a cultura e a
sociedade dos seus países, mostrando como as fronteiras tanto se esbatem em
zonas delimitadas como é a América do Sul e do Norte como depois são tão
marcadas quando saltamos do Norte para o Sul mostrando que muitas vezes a
questão dos continentes é meramente geográfica.
Com Rosa Azevedo: nasceu em 1982 em Lisboa. Terminou
em 2004 a
licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, maior em variante de estudos
portugueses, franceses e menor em Literaturas do Mundo, em 2008 o mestrado em
Edição de Texto. Tem realizado desde 2007 diversos cursos de literatura
portuguesa e hispano-americana, para além de outros trabalhos de produção
ligados à literatura, nomeadamente na área do surrealismo e dos novos autores
portugueses. Fundou e foi presidente da Associação Cultural Respigarte. Foi
livreira e hoje é produtora, formadora, revisora e dinamizadora e divulgadora
da área dos livros.
E João Silveira: biografia em breve, deste nosso estreante na Pó dos Livros mas não nestas andanças.
novo curso CONTEMPORANEIDADES NA LITERATURA PORTUGUESA . da sociedade aos livros
4as feiras de Maio 2013 (4 sessões), 21h
Livraria Pó dos Livros, Lisboa
45€
descontos para estudantes, desempregados e participantes na conferência de dia 16 de Abril (informação em breve): 35€
com rosa azevedo
Quem são os novos autores portugueses? O que os une e o que os separa?
Em que nome escrevem e em que nome surgem em público? Numa época de
novas tecnologias, novas formas de aparecer em público, crise económica,
intelectual e ideológica, o que é preciso para se ser um escritor?
O século XXI trouxe novos paradigmas à literatura. A passagem de século
é uma passagem temporal como outra qualquer mas a verdade é que foi
neste início de século até aos nossos dias que assistimos à explosão da
Internet com as redes socias, blogs e meios de divulgação. Com isto os
escritores saem do desconhecido para se tornarem figuras públicas
facilmente reconhecidas na rua e cuja vida privada acaba por ser
conhecida e confundida com a sua obra de forma mais perversa do que
antes porque o meio é, arrisco dizer, mais selvagem. Mas há excepções. E
há diferentes tipos de leitores e, no limite, são os leitores que fazem
uma grande parte do que um escritor é.
Depois podemos ainda
reflectir sobre a razão da escrita. O que faz um escritor? Que tipos de
escritores existem? O que nos confere autoridade para avaliar as
intenções de um escritor? De que forma as intenções de um escritor
alteram a forma como recebemos o texto e como o lemos?
Em Portugal
proliferam novos escritores. Sofrem em bloco da “angústia da influência”
procurando, acima de tudo, a originalidade. A que custo? Em que nome
escrevem eles?
terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
adiamento
por falta de inscrições os cursos anunciados ficam adiados. mas já temos novas datas! o curso de literatura americana será todas as terças-feiras de Maio e o curso de contemporaneidades na literatura portuguesa todas as quartas-feiras de Maio. inscrições para a Pó dos Livros como habitualmente. e podem inscrever-se desde já.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Hoje é um dia muito especial para nós, cá está o livro em que andamos a trabalhar há tanto tempo. Foi o primeiro livro que a Snob e o...






















