sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

doce na boca

há por aí uma editora que anda escondida pelos cantos, disfarçada de livro e de CD mas que na verdade está cheia de poesia e amor, coragem e ousadia, livros bons de ouvir e de tocar. só bons sentidos na BOCA

fica o convite

"Amanhã, sábado, 5 de Dezembro,a Boca apresenta-se no Brio, o supermercado biológico com milhares de produtos naturais a preços acessíveis e com aconselhamento especializado.
Aos produtos da horta juntam-se, por um dia, audiolivros fresquinhos e a preço de feira, para ouvir enquanto cozinha, no carro e no autocarro, à noite de olhos fechados ou a toda a hora.
Porque as palavras também alimentam.
Serão bem-vindos, entre as 10h e as 18h, na Rua Azedo Gneco, N. 30, ao Campo de Ourique."

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Myra mais uma vez...

... e sempre! Leiam!

Desta feita ganhou o prémio
Prémio de Ficção do PEN e o Máxima.

Yéé!

este mundo editorial que nos calhou na calha

É impossível separar o mundo editorial do mundo dos livros em si. Abri o Público hoje de manhã e irritei-me ainda pela fresca com a cara do Lobo Antunes na capa do Ípsilon. Porque lentamente estes escritores deixaram de ser escritoes para serem os "escritores-do-natal". Se calhar ainda estou de ressaca pelos anos passados a trabalhar na Fnac, mas agora que já lá não estou esta questão torna-se mais forte do que alguma vez foi. O Saramago já não é o Caim, é 16€ e a publicidade gratuita ao livro que abre o Telejornal - "cena dos maus costumes, etc". Mas vou ler, mesmo assim, o que é que hei-de fazer, ainda não me virtuei depois de anos de "desvirtuamento comercial" relativamente aos livros. Mas gosto deles,ainda.

Como diz o nosso manifesto dos mal-comportados (ainda por divulgar, levanto só a ponta do véu), "A poesia não se vende, saboreia-se". E eu tenho saudades desse sabor. Só por isso vou para casa carimbar os meus livros e transportá-los para a casa nova.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mais um romance e um mistério

Gostei do outro, vamos lá ver este. Arrisco a que vale a pena. É ir visitando e lendo, já vai sendo tempo de começarmos a ler "outras coisas".


Fernando Cabral Martins

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Há prémios de se lhe tirar o chapéu


Como amiga e mentora dos mal comportados tenho o meu coração dividido. Não gosto de prémios e definitivamente não gosto da Leya. Mas desta vez o prémio Leya foi para o escritor João Paulo Borges Coelho, que além de ser um escritor de se lhe tirar o chapéu, é um escritor que tem tido alguma dificuldade em ser descoberto e lido por estas bandas. Claro que os mal comportados, neste caso e por causa disso, olharão para ele com bons olhos. É o preconceito. E viva o João Paulo que, com preconceito ou não, vai chegar às almas e olhos desta malta e às montras das nossas livrarias.


sábado, 19 de setembro de 2009

Há livros que fazem comichão

E o A Sombra do Vento é um deles. Não é mau mas também não é bom, não é chato de ler mas não apaixona, não é carne nem peixe, não é boooom nem piroooooso. Eu não li, é puro preconceito. E boatos.

Trama a livraria tramada

é oficial, não dá para entrar naquela livraria sem uma preciosidade. Ou duas neste caso. É que ali chovem preciosidades.


Um é este:



A biografia de Sartre, por ele mesmo.
O outro é uma maravilhosa edição dos contos do Steinbeck, pela Atlântida, de 1958. Eu não sabia da existência deste livro o que inicialmente me irritou um pouco e me encantou de seguida. Viva a Trama. Vou ler, já!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Nova Cooperativa de Tradutores

Eu e outro amigo tradutor estamos a criar uma cooperativa de tradução. Pretendemos criar uma estrutura que seja séria e com qualidade de forma a não se afundar nos milhares de CV's que hoje em dia as editoras e as empresas recebem.
Já temos tradutor de Inglês e Francês (as línguas normalmente mais fáceis de encontrar tradutores) e agora precisamos de tradutores de outras línguas. Por isso, se estiverem interessados ou se conhecerem alguém que esteja, entrem em contacto connosco. Por enquanto pode ser para o rosa.b.azev@gmail.com , a seu tempo teremos e-mail próprio, site, etc. E já agora aceitam-se sugestões de nomes! Ainda não conseguimos escolher.
Se estiverem interessados enviem-nos o vosso CV.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009


"Lê". Foi o que me disseram e eu li. E já nem me lembrava que fosse possível ler um livro assim.

terça-feira, 7 de julho de 2009

A Phala está de regresso

Para quem a Phala acompanha intrinsecamente a Assírio e Alvim, ela voltou e esta é a nova casa dela!

uma notícia feliz! que este mundo do livro está a precisar de uns abanões!
"A voz pública tem a teimosia como um defeito; crismada perseverança torna-se uma virtude.
Por teimosia (ou perseverança) A Phala regressa.
Concebida em 1986 por Manuel Hermínio Monteiro, prosseguiu, nesse formato inicial, até 2003. De periodicidade irregularmente trimestal foi assegurando o interesse dos leitores. Instrumento, sem dúvida, da construção da editora que a Assírio & Alvim era e da sua evolução, foi bastante mais que isso. Procurou (e é grato pensar que conseguiu) ser observador atento e agente de divulgação do que a cultura portuguesa ia produzindo – em particular da poesia escrita em português ou em português vertida. A que na altura era escrita e publicada e aquela que tinha de ser recuperada e promovida.
A certa altura, este projecto, na forma que adquiriu, pareceu esgotar-se. À procura de um modelo mais ambicioso, menos rotineiro, A Phala sofreu uma transformação, na forma e no conteúdo. O primeiro número foi publicado, com o privilégio de, até agora, se ter revelado único.
Mudam-se os tempos… (que não as vontades) e teimosamente A Phala regressa, adaptada às novas formas de comunicação. Os objectivos são os mesmos. Deseja-se que a qualidade seja a mesma e mereça, de novo, a atenção de antigos leitores e a nova atenção de outros."

José Alberto Oliveira

Hoje é um dia muito especial para nós, cá está o livro em que andamos a trabalhar há tanto tempo. Foi o primeiro livro que a  Snob  e o...