À Descoberta do Mundo, Clarice Lispector, Relógio de Água
Não faças Terrorismo Poético para outros artistas, fá-lo para pessoas que não perceberão que o que acabaste de fazer é arte. Hakim Bey
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quarta-feira, 21 de junho de 2017
segunda-feira, 8 de abril de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Clarice Lispector na Gulbenkian
pode ler-se no site da Gulbenkian:
"No ano em que passam 35 anos sobre a morte de Clarice Lispector, a Fundação Gulbenkian apresenta a exposição A Hora da Estrela, integrada nas comemorações do Ano do Brasil em Portugal. Divulgar a obra de uma das mais destacadas vozes da literatura brasileira é um dos objetivos desta exposição que ocupará a Sala de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian, entre 5 de abril e 23 de junho.
Com a curadoria de Julia Peregrino e Ferreira Gullar, a mostra já foi apresentada no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, mas também no Rio de Janeiro, em Brasília e em Bogotá. Mais de 700 mil pessoas viram esta exposição que mostra textos, fac-símiles, fotografias, documentos pessoais, mas também recria ambientes e cenários que inspiravam a escritora.
Nascida na Ucrânia, em 1920, Clarice Lispector chegou ao Brasil com menos de dois anos. Antes de se mudar para o Rio de Janeiro, em 1937, viveu em Alagoas e em Pernambuco. Passou muitos anos fora, acompanhando o marido diplomata, mas nunca se desligou do Brasil onde morreu em 1977. Perto do Coração Selvagem foi o primeiro dos seus 26 livros, hoje publicados em mais de 20 línguas."
"No ano em que passam 35 anos sobre a morte de Clarice Lispector, a Fundação Gulbenkian apresenta a exposição A Hora da Estrela, integrada nas comemorações do Ano do Brasil em Portugal. Divulgar a obra de uma das mais destacadas vozes da literatura brasileira é um dos objetivos desta exposição que ocupará a Sala de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian, entre 5 de abril e 23 de junho.
Com a curadoria de Julia Peregrino e Ferreira Gullar, a mostra já foi apresentada no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, mas também no Rio de Janeiro, em Brasília e em Bogotá. Mais de 700 mil pessoas viram esta exposição que mostra textos, fac-símiles, fotografias, documentos pessoais, mas também recria ambientes e cenários que inspiravam a escritora.
Nascida na Ucrânia, em 1920, Clarice Lispector chegou ao Brasil com menos de dois anos. Antes de se mudar para o Rio de Janeiro, em 1937, viveu em Alagoas e em Pernambuco. Passou muitos anos fora, acompanhando o marido diplomata, mas nunca se desligou do Brasil onde morreu em 1977. Perto do Coração Selvagem foi o primeiro dos seus 26 livros, hoje publicados em mais de 20 línguas."
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
é já esta 2ªfeira
a "nossa" é na Pensão Amor, Rua do Alecrim, 21h30
tragam livros e passagens de Clarice. lemos e falamos sobre ela. vamos claricear!
tragam livros e passagens de Clarice. lemos e falamos sobre ela. vamos claricear!
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
ler Clarice Lispector
10 de Dezembro, local a definir (preciso de ajuda nisso!), 21h30
"O amor pela vida mortal a assassinava docemente, aos poucos. E o que é que eu faço? Que faço da felicidade? Que faço dessa paz estranha e aguda, que já começando a me doer como uma angústia, como um grande silêncio de espaços?"
Preciso de leitores de Clarice Lispector. Preciso que a leiam e a oiçam. Se a conhecem tragam passagens que nos queiram ler. Os outros venham ouvir.
O Projecto Clarice pediu-me que organizasse em Lisboa uma leitura que terá lugar simultaneamente em várias cidades do mundo. Aceitei de olhos fechados mas com a certeza de precisar que me ajudem. Preciso de pessoas e de ideias para sítios. Preciso de pessoas que me tragam partes do livro para ler e outras para ouvir. Preciso de Clariceanos. Que eu digo a tudo sim de olhos fechados mas depois preciso sempre de muitos braços.
Tive uma relação ambígua com a Clarice. Detestei-a na primeira leitura como só os grandes escritores nos conseguem fazer odiar. Depois, como prenda de aniversário a uma amiga gigante, dei à Clarice uma nova hipótese. E foi fogo de artifício. A Clarice escreve de dentro de nós, não é poesia nem romance é mais visceral do que isso. Durante uns meses depois de a ler essa segunda vez não consegui falar dela. E ainda ando a tentar.
Por isso venham ler a Clarice. Vamos falar da Clarice.
Mais informações sobre o projecto: http:// projectoclarice.blogspot.pt /
"Há 4 anos que comemoro, na companhia de amigos, o aniversário de Clarice Lispector. A comemoração, divulgada em 2011 nas notícias do Projeto Clarice, consiste em, no dia 10 de dezembro, reunir a uma mesa de um café ou livraria um grupo de pessoas que leia/ouça algumas das suas passagens. Para este ano, pensei em alargar a ideia e, ainda sem cartaz final, é com muito gosto que lhes digo que a tradição será levada, graças à ajuda dos amigos que vivem longe, a vários lugares para além do Porto. Entre eles, Belém do Pará, Lisboa, Recife, Aveiro, Campo Grande, Covilhã e Rio de Janeiro. E estes são - sorriam comigo - apenas exemplos.
Se alguém quiser juntar-se a nós, de modo a informação constar no programa, que me escreva, por favor, nos próximos dias para patriciasmlino@gmail.com."
Preciso de leitores de Clarice Lispector. Preciso que a leiam e a oiçam. Se a conhecem tragam passagens que nos queiram ler. Os outros venham ouvir.
O Projecto Clarice pediu-me que organizasse em Lisboa uma leitura que terá lugar simultaneamente em várias cidades do mundo. Aceitei de olhos fechados mas com a certeza de precisar que me ajudem. Preciso de pessoas e de ideias para sítios. Preciso de pessoas que me tragam partes do livro para ler e outras para ouvir. Preciso de Clariceanos. Que eu digo a tudo sim de olhos fechados mas depois preciso sempre de muitos braços.
Tive uma relação ambígua com a Clarice. Detestei-a na primeira leitura como só os grandes escritores nos conseguem fazer odiar. Depois, como prenda de aniversário a uma amiga gigante, dei à Clarice uma nova hipótese. E foi fogo de artifício. A Clarice escreve de dentro de nós, não é poesia nem romance é mais visceral do que isso. Durante uns meses depois de a ler essa segunda vez não consegui falar dela. E ainda ando a tentar.
Por isso venham ler a Clarice. Vamos falar da Clarice.
Mais informações sobre o projecto: http://
"Há 4 anos que comemoro, na companhia de amigos, o aniversário de Clarice Lispector. A comemoração, divulgada em 2011 nas notícias do Projeto Clarice, consiste em, no dia 10 de dezembro, reunir a uma mesa de um café ou livraria um grupo de pessoas que leia/ouça algumas das suas passagens. Para este ano, pensei em alargar a ideia e, ainda sem cartaz final, é com muito gosto que lhes digo que a tradição será levada, graças à ajuda dos amigos que vivem longe, a vários lugares para além do Porto. Entre eles, Belém do Pará, Lisboa, Recife, Aveiro, Campo Grande, Covilhã e Rio de Janeiro. E estes são - sorriam comigo - apenas exemplos.
Se alguém quiser juntar-se a nós, de modo a informação constar no programa, que me escreva, por favor, nos próximos dias para patriciasmlino@gmail.com."
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 12 de maio de 2009
Clarice Lispector
Pediram-me que desse mais uma oportunidade a Lispector com este livro. E estou sem palavras, é difícil falar de Lispector. Foi como se ela falasse comigo, me contasse uma história que podia ser a minha. Não consigo falar deste livro de outra forma, Lori podia ser eu e é só assim que consigo vê-la, sem distanciamento. É como uma bandeira de esperança e beleza. Cada palavra é uma flor. E uma certa dor, também. Leiam e sintam-na, não tentem entendê-la. Lispector, mais do que ler, saboreia-se.
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