quinta-feira, 21 de maio de 2009

os Mal Comportados

Ainda não percebi muito bem quem acredita nos mal-comportados. Pedem-se demasiadas explicações. A única explicação possível é que precisamos de uma ruptura. Não vamos, nem temos essa pretensão, retirar o lugar a ninguém. Vamos criar novos lugares. É esse o segredo, encontrar espaços de vácuo, textos reais ainda não lidos. Por enquanto relembramos os antigos, Cesariny, Sylvia Plath, Guy Debord, Vaneigem, Tristan Tzara. E vamos preparando o caminho e aquecendo os espíritos. Antes ser abalado um minuto por um poema do que viver sempre nos carris da literatura.

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Clarice Lispector

À Descoberta do Mundo, Clarice Lispector, Relógio de Água