terça-feira, 30 de outubro de 2012

CURSO DE LITERATURA AMERICANA





4ª feira, 21h
Livraria Pó dos Livros


Literatura Sul Americana - 21 e 28 de Novembro
Literatura Norte
Americana - 5 e 12 de Dezembro
(o curso é a totalidade das quatro sessões)
35€
descontos para estudantes e desempregados: 30€

inscrições: podoslivros@gmail.com

 

Este curso apresenta uma visão transversal da literatura norte-americana e sul-americana em dois momentos distintos. Apesar de se localizarem no mesmo continente estas duas literaturas mostram realidades completamente distintas e têm em comum o facto de retratarem a cultura e a sociedade dos seus países, mostrando como as fronteiras tanto se esbatem em zonas delimitadas como é a América do Sul e do Norte como depois são tão marcadas quando saltamos do Norte para o Sul mostrando que muitas vezes a questão dos continentes é meramente geográfica.



Com Rosa Azevedo: nasceu em 1982 em Lisboa. Terminou em 2004 a licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, maior em variante de estudos portugueses, franceses e menor em Literaturas do Mundo, em 2008 o mestrado em Edição de Texto. Tem realizado desde 2007 diversos cursos de literatura portuguesa e hispano-americana, para além de outros trabalhos de produção ligados à literatura, nomeadamente na área do surrealismo e dos novos autores portugueses. Fundou e foi presidente da Associação Cultural Respigarte. Foi livreira e hoje é produtora, formadora, revisora e dinamizadora e divulgadora da área dos livros.


E Nuno Marques: Após ter saído da Marinha Portuguesa onde foi tradutor e correspondente do jornal de bordo do Navio Escola Sagres licenciou-se em Estudos Norte-Americanos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Tendo grande interesse pela obra da Geração Beat orientou o seu percurso académico para o estudo das obras destes autores do qual tem dado conta nos encontros anuais da Associação Portuguesa de Estudos Norte-Americanos; sendo agora Mestrando nessa área. Foi bolseiro ao abrigo da Bolsa da Universidade de Lisboa / Fundação Amadeu Dias. Livreiro nos últimos anos, ganhou o prémio de poesia Jovens Escritores 2006.

Curso CONTEMPORANEIDADES NA LITERATURA PORTUGUESA - dos anos 80 aos nossos dias

Cá está ele, depois de tantos pedidos. Novinho e cheio de ansiedade para ver se corre bem. E que me dá um gozo daqueles. Entre teoria, reflexão, livros e autores vamos passar umas boas horas juntos. Na Pó dos Livros, como sempre. Adoptámo-nos mutuamente.







20 e 27 de Novembro, 4 e 11 de Dezembro
3as feiras
35€
descontos para estudantes e desempregados: 30€

inscrições: podoslivros@gmail.com

com rosa azevedo
 

Quem são os novos autores portugueses? O que os une e o que os separa? Em que nome escrevem e em que nome surgem em público? Numa época de novas tecnologias, novas formas de aparecer em público, crise económica, intelectual e ideológica, o que é preciso para se ser um escritor?

O século XXI trouxe novos paradigmas à literatura. A passagem de século é uma passagem temporal como outra qualquer mas a verdade é que foi neste início de século até aos nossos dias que assistimos à explosão da Internet com as redes socias, blogs e meios de divulgação. Com isto os escritores saem do desconhecido para se tornarem figuras públicas facilmente reconhecidas na rua e cuja vida privada acaba por ser conhecida e confundida com a sua obra de forma mais perversa do que antes porque o meio é, arrisco dizer, mais selvagem. Mas há excepções. E há diferentes tipos de leitores e, no limite, são os leitores que fazem uma grande parte do que um escritor é.
Depois podemos ainda reflectir sobre a razão da escrita. O que faz um escritor? Que tipos de escritores existem? O que nos confere autoridade para avaliar as intenções de um escritor? De que forma as intenções de um escritor alteram a forma como recebemos o texto e como o lemos?
Em Portugal proliferam novos escritores. Sofrem em bloco da “angústia da influência” procurando, a cima de tudo, a originalidade. A que custo? Em que nome escrevem eles?


Evento facebook

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

a a das artes em sines

há uma livraria em sines, a a das artes. tem livros e pessoas boas atrás do balcão. é uma livraria onde não há mais livrarias e mesmo assim não rebenta pelas costuras.





havia muitas coisas boas a dizer da a das artes mas vamos passar a questões práticas. a livraria envia os livros, sem portes de envio, para qualquer zona do país. isto só pode ser vantajoso. temos o livro ao mesmo preço que numa livraria qualquer que por razões tantas vezes debatidas neste blog não merece os nossos poucos tostões e ajudamos a a das artes e o joaquim e ao mesmo tempo temos o livro em casa ou na secretária do trabalho quando começa o dia.

por isso aqui fica. entrem em contacto com ele através dos seguintes contactos:

Av. 25 de Abril, 8 - loja C
7520-107 SINES
T.: 269630954
F.: 269630955
adasartes@bluemel.pt
http://adasartes.blogspot.com
https://www.facebook.com/pages/A-Das-Artes-Livraria/322734321128754

acreditem que ajudar o joaquim a manter esta livraria de pé nos tempos que correm já nos compõe o dia um bocadinho. eu vou já encomendar um.






sexta-feira, 19 de outubro de 2012

manuel antónio pina

perdemos hoje manuel antonio pina. 
de tanto para dizer só consigo lembrar-me do tepluquê como um texto que sou eu e as minhas crianças e que é um texto sobre a tolerância. e precisamos tanto de tolerância. e de caramelo na língua que mostre aos nossos miúdos que os defeitos podem ser doces.


"Era uma vez um menino que tinha um defeito de pronúncia. Não era capaz de dizer tê: dizia quê. Trocava o tê pelo quê. Trocava o têpluquê. Em vez de dizer tasa, como toda a gente, dizia casa; em vez de dizer tão, dizia cão; em vez de dizer tapete, dizia carpete (às vezes deixava uns tês para trás, deixava uns quês para crás). E assim por diante: em vez de dizer tábua, dizia cábula; em vez de dizer tu, dizia (rabo); em vez de dizer Tomé, dizia Comé; em vez de dizer taxímetro, dizia caxímetro, etc. (em vez de dizer etc., dizia ecc.).

Esta história (em vez de dizer esta história, dizia esca escória) tem uma moral, é das que têm: é que todos os defeitos de pronúncia (como os outros defeitos todos, há uma história para cada defeito) têm também virtudes de pronúncia, senão eram defeitos perfeitos. Ao menino, como a toda a gente que tem defeitos de pronúncia, ENTARAMELAVA-SE-LHE a língua; este menino tinha sorte porque, como as letras do defeito dele eram o tê e o quê, a língua ENCARAMELAVA-SE-LHE e o menino gostava muito (goscava muico).
"


foste um mágico das palavras. 



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

e já temos logo. confesso que este momento me enche de alegria.

um grande obrigada à maria margarida

www.margaridaalmeida.net

é um orgulho termos gente tão boa a trabalhar connosco.



eles insistem em ser muito bons...


e é tão bom que eles existam. das poucas boas notícias que vamos tendo. tempos negros mas sempre com bons livros no final do dia. 

http://blogue-documenta.blogspot.pt/search/label/Sistema%20Solar

Escritoras esquecidas do séc XX

As leituras que faço levam-me por muitos caminhos, diferentes uns dos outros. E às vezes há sítios onde me deixo ficar, desenvolvendo uma pe...