terça-feira, 30 de outubro de 2012

Curso CONTEMPORANEIDADES NA LITERATURA PORTUGUESA - dos anos 80 aos nossos dias

Cá está ele, depois de tantos pedidos. Novinho e cheio de ansiedade para ver se corre bem. E que me dá um gozo daqueles. Entre teoria, reflexão, livros e autores vamos passar umas boas horas juntos. Na Pó dos Livros, como sempre. Adoptámo-nos mutuamente.







20 e 27 de Novembro, 4 e 11 de Dezembro
3as feiras
35€
descontos para estudantes e desempregados: 30€

inscrições: podoslivros@gmail.com

com rosa azevedo
 

Quem são os novos autores portugueses? O que os une e o que os separa? Em que nome escrevem e em que nome surgem em público? Numa época de novas tecnologias, novas formas de aparecer em público, crise económica, intelectual e ideológica, o que é preciso para se ser um escritor?

O século XXI trouxe novos paradigmas à literatura. A passagem de século é uma passagem temporal como outra qualquer mas a verdade é que foi neste início de século até aos nossos dias que assistimos à explosão da Internet com as redes socias, blogs e meios de divulgação. Com isto os escritores saem do desconhecido para se tornarem figuras públicas facilmente reconhecidas na rua e cuja vida privada acaba por ser conhecida e confundida com a sua obra de forma mais perversa do que antes porque o meio é, arrisco dizer, mais selvagem. Mas há excepções. E há diferentes tipos de leitores e, no limite, são os leitores que fazem uma grande parte do que um escritor é.
Depois podemos ainda reflectir sobre a razão da escrita. O que faz um escritor? Que tipos de escritores existem? O que nos confere autoridade para avaliar as intenções de um escritor? De que forma as intenções de um escritor alteram a forma como recebemos o texto e como o lemos?
Em Portugal proliferam novos escritores. Sofrem em bloco da “angústia da influência” procurando, a cima de tudo, a originalidade. A que custo? Em que nome escrevem eles?


Evento facebook

Sem comentários:

Clarice Lispector

À Descoberta do Mundo, Clarice Lispector, Relógio de Água