domingo, 29 de dezembro de 2013

"O êxtase e a estase coabitam no mecanismo que crepita da própria devastação, ferrugem. Paragem, fagulhas da imprevista fricção. País com tantos poetas e nenhuma remansosa fluência. A engrenagem involui continuamente por paragens, mises en marche abruptas. Não tenho idade para a nacionalidade que me percebo."

"E se um dia escrever vou ter que ter cuidado com as imagens baratas, com tudo o que é barato e se passa ao lado. Toda a gente quer algo que ao menos imite o,

Elisa, minha querida, que é que estás a ler?
Salgari, pai.
Que abominação minha querida, se te diverte.

custoso."


Maria Velho da Costa
Casas Pardas

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