terça-feira, 29 de outubro de 2013

ainda sobre o ser surrealista, que não se escolhe, é-se, como dizia o outro

A actividade surrealista não é como Jorge de Sena quer (e outros também) uma simples libertação de coisas que chateiam, mas um golpe fundo, e de cada vez que é dado na realidade presente. Não é mero exercício para se dormir melhor na noite seguinte, mas esforço demoníaco para se dormir de maneira diferente.
António Maria Lisboa



Porquê a adesão ao surrealismo? Porque ao sórdido amor mesa-de-família-cama-de-casal e às convenientes - e, muitas vezes, adversárias - instituições que o servem e que serve, oponho, tanto em mim como nos outros, a feroz realidade do DESEJO.
Alexandre O'Neill

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